Uma constatação: sempre precisamos que os outros digam o que precisamos fazer. Como se nos faltassem o discernimento e responsabilidade em admitir que também podemos fazer escolhas simples, idiotas, erradas sem que isto determine o nosso fracasso pessoal.
Ninguém ainda me disse, mas eu gosto de viver sem tanta tecnologia, sem tantas regras de etiqueta, sem ter aquele carro que os outros tanto sonham.
Não existe felicidade para quem gosta de comer, na beira da estrada, um cachorro-quente cheio de ketchup e maionese? É impossível dizer que está tudo bem quando tudo o que se quer é beber uma cerveja com os amigos?
Sinto em contrariar, mas compreendi que a felicidade pode ser nada mais que estar de bermudas e um par de chinelos.
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