quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

São tantas emoções...

É.
Neste final de 2010 estou me surpreendendo com a quantidade de informações, segredos revelados, mudanças de humor e sentimentos...
Tudo leva a crer que iniciaremos uma nova década cheios de perspectivas diferenciadas, a considerar o que está acontecendo nas últimas semanas.
2010 já está em preto e branco, ultrapassado, reduzido a cinzas...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Presente de natal

A 10 passos de 2011, acredito que tenha alcançado o limiar da minha consciência.
Ao futuro: Tudo!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Repetição

O passado de vez enquando aparece no momento presente.

Tive a impressão de estar reencontrando algumas pessoas em nova roupagem com velhas estratégias.

A vida se repete.

Ciclos absurdos.

Adicionando números

Em um dos sites de relacionamento, consta a classificação “confiável”, “sexy” e “legal” além da possibilidade de manifestação dos possíveis “fãs”.

Chama a minha atenção a porcentagem de “amigos adicionados” que negligenciam esta classificação ou, quando muito, optam por demonstrar sentimentos que não condizem com as suas escolhas virtuais.

Na minha página, todos os amigos adicionados são assinalados como totalmente “confiáveis, legais”. Verdadeiramente, sou fã de todo ser humano. E acho todo mundo sexy! Por isso, estão adicionados em minha página. É o meu critério.

No entanto, não consigo entender porque encontro tanta gente nem tão confiável, nem tão legal, nem tal sexy. Como é possível adicionar alguém em quem não se confia, em alguém que não seja tão legal? Por que adicionar?

São estes pequenos detalhes que provam que os relacionamentos virtuais não podem ser levados tão a sério. Afinal, há quem faça do número de adicionados em suas páginas uma pretensiosa popularidade que não corresponde, de forma alguma, a vida real.

Os riscos da ingenuidade virtual

É fácil ceder à tentação de colocar o nome das pessoas conhecidas em sites de busca. Somos tentados a vasculhar um passado virtual nem sempre tão importante, mas que muitos creem ser uma referência. Insistimos em acreditar em registros que não evoluem com o tempo.

Mesmo que tenhamos a intenção de elaborar um perfil através destas informações, devemos considerar que as pessoas mudam. E não podem estar limitadas às pesquisas na Web.
 
Isso também é válido para os relacionamentos unicamente virtuais. Não é de hoje que muitos caem na armadilha dos contatos iniciados no campo virtual, comprometendo até mesmo a própria integridade física.
 
Apesar de tantos avanços tecnológicos, o conselho da vovó continua atualizado: aos estranhos, a prudência.

Somos modernos

Acesso o site de relacionamentos e me pergunto aonde estão os meus velhos amigos. Vejo adicionado estranhos emudecidos numa página sem vida subjetiva. Loucuras dos novos tempos, virtuais, que acumulam coisas que já não fazem mais sentido.

Sinto falta do tempo em que as lembranças validavam estórias, mesmo que esporádicas, e podíamos nos perguntar como estariam aquelas pessoas deixadas num passado de boas recordações.

Hoje, a facilidade em perpetuar um contato através de páginas de relacionamento virtual ou em listas gigantescas de contatos ignorados em mensageiros instantâneos, nos tira o encanto de prolongar a afeição tão enaltecida pelas saudades que tínhamos a liberdade de sentir.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ateus

Acho que o que chamamos de ateus são pessoas que não concordam com a fé combinada com idiotice. Sabemos que no mundo atual, muita gente perversa vale-se de uma religião séria para enganar aqueles que tem boa fé.


Eu sou católico, mas tal como os ateus, acredito que a religião não determina o caráter de ninguém. Isso porque já tive inúmeras experiências com pessoas que se diziam crentes mas agiam inescrupulosamente.

Respondendo a sua pergunta, acho que um ateu deve invocar sim o Nome de Deus, se a situação realmente exigir. Não são piegas e nem dizem Senhor Senhor com a intenção maliciosa de ter um lugarzinho no Reino do Céu.

Então é natal

se observarmos o cenário onde ocorreu a crucificação, podemos concluir que houve uma indução para que a morte de Cristo fosse consumada. Ele incomodava o poder político e religioso da época, pois insistia em proclamar a libertação do povo oprimido. Assim o fez: cura aos sábados, tratar com igualdade as prostitutas e os chamados "cães" (pagãos), apelo a consciência (lembremos da mulher que não foi apedrejada como era de costume).


Crucificado ou não, acredito que Jesus Cristo teria o mesmo enlevo na vida daqueles que crêem no sentido profundo de suas parábolas.

O mundo está pelo avesso justamente pela falta de crença verdadeira, isenta de preconceitos, aliada ao bom senso e vivência da fé em Deus.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Preferidos

Existem programas de TV que nem mesmo o tempo os tornam ruins. Exemplo disso é o "Documento Especial" exibido pela extinta Rede Manchete, muito acessado ainda hoje no You Tube. Na mesma linha de raciocínio encontramos, hoje, "A Liga" exibido às terças-feiras na rede Bandeirantes. Um programa atemporal, com abordagem crítica, que faz um brinde à inteligência do espectador.  Outros programas de TV que merecem destaque: "Profissão Repórter" e "Globo Repórter"(Globo), "Conexão Repórter" e "SBT Repórter" (SBT).

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Poderia ser melhor…

Por que insiste em fazer as escolhas erradas, optar por uma vida sem regras, onde não há futuro? Por que insiste em fazer dívidas desnecessárias, comprar coisas inúteis, em vez de ser assim como eu? Por que não faz as minhas escolhas, não segue os meus parâmetros, não ouve os meus conselhos gratuitos?

Poderia ser alguém melhor se pudesse fazer de mim o seu espelho…

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Herança

O abandono entra em cena como única alternativa para quem fica, mesmo que tivesse por intenção manter tudo em ordem.  É o tal do direito que...