quinta-feira, 29 de julho de 2010

Os colegas amigos

Hoje mesmo estava pensando nas relações bem ou mal construídas no decorrer de nossas vidas. E cheguei a conclusão que não costumo confundir coleguismo com amizade não. Mesmo porque existem amizades que se tornam coleguismos na passagem do tempo, assim como coleguismos que se transformam em amizades. É só uma questão de entender e aceitar as mudanças que podem acontecer dentro de uma relação.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Limitado

É quarta-feira...lá vem de novo dar uma voltinha no meio da tarde, zoar os colegas.
Lembrar a todos que está de férias.

Um dia talvez entenda a lógica em estar de férias no local de trabalho.

Fora do ar

03.02.2010

Sistema instável, nada funciona.
Só a minha mente continua acelerada...
Tô ferrado! Nadando contra a corrente de solicitações.
Sistema instável, nada funciona.
Só a minha mente continua dilacerada.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Colegas de Bus

Foram quatro anos acompanhando o casal que seguia de mãos dadas para o trabalho, no mesmo horário de sempre.
O jovem rapaz agora segue sozinho em outro ônibus, num horário mais cedo, enquanto a amada continua a sua rotina, com o olhar distanciado, castanho.

Problemas de duas pessoas não são de três. Verdadeiramente.

domingo, 18 de julho de 2010

Laços

Mais uma chamada perdida. Como sempre, deixo o celular em qualquer canto desprezível.
As tentativas de comunicação beiram a estresses. Funcionam como paliativos a imaginar

sábado, 17 de julho de 2010

O que resta

O ar condicionado permanece ligado apesar do ambiente úmido.
As caixas contém arquivos incompletos à espera de quem possa organizá-los.
Sob a mesa, o peso de quase 200 folhas de respostas vagas, imprecisas.
Os olhos ardem ao encarar a tela do monitor.

O presente se resume na procura do passado. As pessoas transitam num tempo não linear.
O silêncio perpetua-se entre perguntas e novidades antigas.

Ainda persiste o sentimento de traição, engano e violação.

domingo, 4 de julho de 2010

Sempre em frente...

Segunda-feira. 28 de junho de 2010.
Foi por volta das 14 horas a última vez que pude observá-lo, ouvir o que teria para dizer.
Depois restaram apenas especulações e silêncio.
Tal como a morte que leva um ente querido, sem nos deixar respostas para perguntas ainda por fazer.
É estranho continuar seguindo, como se nada tivesse acontecido.
Cada um leva dentro de si o pouco que deixou um dia para trás.

Herança

O abandono entra em cena como única alternativa para quem fica, mesmo que tivesse por intenção manter tudo em ordem.  É o tal do direito que...