sábado, 17 de julho de 2010

O que resta

O ar condicionado permanece ligado apesar do ambiente úmido.
As caixas contém arquivos incompletos à espera de quem possa organizá-los.
Sob a mesa, o peso de quase 200 folhas de respostas vagas, imprecisas.
Os olhos ardem ao encarar a tela do monitor.

O presente se resume na procura do passado. As pessoas transitam num tempo não linear.
O silêncio perpetua-se entre perguntas e novidades antigas.

Ainda persiste o sentimento de traição, engano e violação.

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