Vem como um incontrolável desejo de expelir um trilhão de palavras desconectadas como um temporal a derrubar árvores, provocando enchentes, destruindo pontes, misturando angústia e torpor pela incapacidade de tomar para si a razão perdida.
Depois ficam os destroços num caminho sem volta, num arrependimento sem fim, encarcerado pelo sentimento de culpa.
Quem sou eu?
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