sábado, 21 de novembro de 2009

Tudo pode ser nada

As vertentes se invertem, a vida segue independente das escolhas absurdas ou interessantes. Ouço a Janis, o Pink Floyd, o U2 desde a tenra idade, sou amarrado em rock nacional, skankmaníaco por preferência, titânico por questões ideológicas, rappeiro por ser este o chão verde-amarelo, legionário como filosofia de vida, engenheiro da minha própria identidade. Tenho também meus momentos de Dido, new age e Kenny G e, como todo bom brasileiro, sou fã do Roberto.
A diversidade cultural faz da vida um mosaico de coisas sem sentido. Coisas semelhantes, dissonantes, contrárias às explicações lógicas, retóricas cartesianas.

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