A cada momento que o tempo se mata, o frio na barriga aumenta junto às incertezas. Os ideais da juventude já mostraram a sua fragilidade num mundo de espertos deselegantes que não medem esforços para apunhalar o outro na primeira chance. A pulga que tanto incomodava na adolescência, agora se transforma em fantasma da morte. Continua atrás da orelha. Fiel companheira a lembrar que somente os velhos sentem o frio, o calor dos tempos idos se apagando aos poucos.
terça-feira, 16 de junho de 2009
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